A Prefeitura de Fortaleza lançou, nesta quinta-feira (15/10), o Observatório da Pessoa Idosa (OPI), iniciativa voltada ao aprimoramento das políticas públicas destinadas à população com mais de 60 anos. A ação foi desenvolvida pela Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), pela Coordenadoria Especial da Pessoa Idosa (Coedi) e pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento de Fortaleza (Ipplan).
Durante o lançamento, realizado no Paço Municipal, a primeira-dama Cristiane Leitão destacou que o observatório integra o Plano Fortaleza Inclusiva e fortalece o planejamento das ações municipais com base em evidências e dados.
“Essas políticas públicas são desenhadas, planejadas e executadas através de evidências e dados. Por isso que é tão importante os observatórios. As pessoas às vezes dizem assim: ‘mas por que tantos observatórios?’. Eles servem para a gente conseguir chegar lá na ponta e impactar a vida das pessoas e levar uma transformação de vida”, declarou.
A titular da SDHDS, Anísia Aguiar, ressaltou que a secretaria observou a necessidade do Observatório para que fosse possível usar recursos de maneira mais eficiente e tornar as políticas públicas mais efetivas.
“A política pública carece de dados a partir do momento em que você precisa desenvolver uma ação e não conhece qual é o público e quais são as necessidades dele. Essas ações não ficam assertivas. Então, começamos a perceber essa carência de dados, e foi daí que surgiu a ideia do observatório. É simplesmente o nosso norte, uma bússola para as políticas públicas”, declarou.
O presidente do Ipplan, Artur Bruno, destacou a parceria entre os órgãos municipais para qualificar o planejamento e ampliar a efetividade das ações voltadas à população idosa.
“O prefeito Evandro Leitão tem priorizado a definição de políticas públicas através de evidências, através de dados, de diagnóstico. É uma parceria da SDHDS com o Ipplan ao elaborar esse observatório e, com isso, vamos poder desenvolver uma série de políticas e fortalecer as nossas parcerias com o Governo Estadual, com o Governo Federal e, sobretudo, com a sociedade.”
