“Colapso climático em tempo real”. A afirmação é do secretário-geral da ONU, António Guterres, publicada pelo Folha de São Paulo. Num trocadilho de palavras, Geterres disse que as altas temperaturas registradas deveriam “fazer os líderes mundiais soarem frio”.
A declaração consta em anúncio de que o ano de 2023 será o ano mais quente da história, segundo análise da OMM (Organização Meteorológica Mundial), ligada à ONU.
Faltando apenas um mês para terminar o ano, a conclusão da OMM é a de que 2023 atingirá um aquecimento global de cerca de 1,4ºC acima dos níveis pré-industriais.